Cuidados 04 Dezembro 2025 19 min de leitura

Síndrome do pôr do sol em idosos com demência: o que é e como lidar em casa

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Síndrome do pôr do sol em idosos com demência: o que é e como lidar em casa
A síndrome do pôr do sol é uma piora da confusão, agitação e irritabilidade que aparece no fim da tarde e à noite em pessoas com demência, como Alzheimer. Não é “manha” nem frescura: faz parte da doença, mas existem estratégias simples que ajudam a reduzir esses episódios e proteger tanto o idoso quanto a família.

Resumo rápido para familiares e cuidadores

  • A síndrome do pôr do sol é uma piora da confusão e da agitação no fim da tarde e à noite em pessoas com demência.
  • Costuma estar ligada a alterações do relógio biológico, cansaço acumulado, ambiente pouco iluminado e mudanças de rotina.
  • Manter rotina previsível, boa iluminação e atividades mais tranquilas no fim do dia ajuda bastante.
  • É importante descartar causas físicas: dor, infecção, efeitos de remédio, hipoglicemia e outros problemas clínicos.
  • Procure ajuda médica se os sintomas forem súbitos, intensos ou vierem com febre, queda, dificuldade para falar ou se movimentar.

Um cenário muito comum na vida de quem cuida

Talvez o seu dia seja assim: o idoso passa a manhã relativamente bem, almoça, conversa um pouco, dá até alguns sorrisos. Mas quando o relógio chega perto das 17h, parece que alguém vira uma chave. Ele levanta, anda de um lado para o outro, diz que precisa “ir embora”, pergunta pelas mesmas pessoas o tempo todo, fica irritado, quer abrir a porta. Toda noite é a mesma rotina, e quem está cuidando termina o dia esgotado. Isso não é falta de carinho, nem descuido seu. Esse quadro tem nome e é mais comum do que parece: síndrome do pôr do sol.

O que é, afinal, a síndrome do pôr do sol?

A síndrome do pôr do sol, também chamada de sundowning, é um fenômeno em que a pessoa com demência apresenta aumento de confusão, agitação, ansiedade ou mudanças de humor no fim da tarde e início da noite. Ela é mais frequente em fases intermediárias da demência, mas pode aparecer em diferentes momentos da evolução da doença. Em alguns casos, os sintomas surgem quase todos os dias; em outros, aparecem apenas em determinadas situações, como após um dia muito cansativo. Na prática, o que a família percebe é:
  • Durante o dia, o idoso está relativamente estável;
  • No fim da tarde, a confusão e a irritabilidade aumentam;
  • A noite se torna mais difícil para todos, especialmente para quem cuida.

Por que isso acontece em idosos com demência?

Não existe uma única causa confirmada, mas vários fatores se somam e ajudam a explicar a síndrome do pôr do sol:
  • Alteração do relógio biológico (ritmo circadiano): o cérebro, já afetado pela demência, tem mais dificuldade de perceber a transição dia/noite e de organizar sono, vigília e hormônios.
  • Menor produção de substâncias ligadas ao sono e ao humor: em muitas demências, há alteração na produção de melatonina e de outros neurotransmissores.
  • Fadiga física e mental acumulada: depois de um dia inteiro acordada, a pessoa com demência fica mais vulnerável a irritação e confusão.
  • Ambiente mais escuro e silencioso: à medida que escurece e a casa esvazia, o idoso pode se sentir mais perdido, com menos referências visuais e sonoras.
  • Fatores médicos: dor, infecção, alterações de glicemia, efeitos de medicamentos e outros problemas de saúde podem piorar justamente no fim do dia.
Em resumo: o cérebro já fragilizado pela doença precisa lidar com o cansaço, com menos luz, com menos estímulos e, às vezes, com desconfortos físicos. A combinação disso tudo aparece como essa “piora do comportamento” ao anoitecer.

Sinais e sintomas da síndrome do pôr do sol

Alguns sinais são muito comuns nesse horário:
  • Aumento da confusão mental no fim da tarde;
  • Agitação, inquietação, andar de um lado para o outro, insistir em “ir embora” ou “ir trabalhar”;
  • Ficar mais irritado, agressivo ou desconfiado com familiares e cuidadores;
  • Ansiedade, medo, sensação de perseguição ou de que “algo ruim vai acontecer”;
  • Mais dificuldade para dormir, despertares frequentes, inversão de horário (ficar mais desperto à noite);
  • Em alguns casos, alucinações (ver ou ouvir coisas que não existem).

Exemplo rápido

Dona Maria, 82 anos, com Alzheimer, costuma ficar tranquila pela manhã. Mas depois das 17h, começa a dizer que precisa buscar os filhos na escola (que já são adultos), abre e fecha portas, mexe em gavetas e tenta sair de casa. Durante o dia, quase não apresenta esse comportamento. Esse é um exemplo típico de comportamento ligado à síndrome do pôr do sol.

Checklist: isso pode ser síndrome do pôr do sol?

Esse quadro não substitui o diagnóstico médico, mas ajuda a organizar o que você está observando: Situação comum Pode sugerir síndrome do pôr do sol quando… Horário dos sintomas Os episódios surgem principalmente no fim da tarde e início da noite. Comportamento durante o dia O idoso passa boa parte do dia mais calmo e cooperativo. Tipo de comportamento Há aumento de confusão, agitação, irritabilidade, repetição de perguntas. Sono O idoso tem dificuldade para iniciar o sono ou acorda várias vezes agitado. Gatilhos Os episódios pioram com cansaço, ambiente escuro, mudanças de rotina ou muito barulho.

Como diferenciar a síndrome do pôr do sol de outras complicações?

Nem todo comportamento difícil à noite é “só” síndrome do pôr do sol. Outras situações podem imitar ou piorar esse quadro, como:
  • Delirium (estado confusional agudo): começa de forma súbita (em horas ou poucos dias), com alteração importante da consciência. Pode estar ligado a infecções, desidratação, efeitos de remédios ou internações e exige avaliação médica urgente.
  • Dor mal controlada: artrite, dores musculares, feridas, dor abdominal, dor de cabeça e outros.
  • Infecções: urinária, respiratória, febre sem causa aparente.
  • Outros problemas clínicos: hipoglicemia, alterações de pressão, efeitos de novas medicações.

Sinais de alerta que pedem atendimento rápido

  • Confusão muito mais intensa que o habitual, de início súbito;
  • Febre, tremores, tosse intensa ou dor ao urinar;
  • Queda, dificuldade súbita para falar, sorrir ou mexer um lado do corpo;
  • Sonolência extrema, desmaios ou falta de resposta.
Na dúvida, é mais seguro falar com o médico ou procurar um serviço de urgência, especialmente se o idoso já é frágil ou tem várias doenças associadas.

O que fazer na hora da crise em casa?

Você está ali, quase anoitecendo, e o idoso começa a se agitar. O que pode ajudar, na prática?

1. Mantenha a calma (eu sei que é difícil)

A pessoa com demência percebe o tom de voz, a expressão e a tensão no corpo de quem está ao lado. Falar alto, discutir ou “forçar a lógica” costuma aumentar ainda mais o medo e a confusão.

2. Reduza estímulos confusos

  • Abaixe o volume da TV e de rádios;
  • Evite muitas pessoas falando ao mesmo tempo;
  • Deixe o ambiente bem iluminado, evitando sombras que possam assustar.

3. Use frases simples e tranquilizadoras

Prefira frases curtas, repetidas, em tom de acolhimento, como:
  • “Está tudo bem, você está em casa.”
  • “Eu vou ficar aqui com você.”
  • “Daqui a pouco vamos descansar um pouquinho.”

4. Direcione a atenção para algo mais tranquilo

  • Fotos de família;
  • Uma música que ele goste;
  • Uma revista com imagens grandes;
  • Um lanche leve (se não houver restrição médica).

5. Não discuta com a “lógica da demência”

Se ele disser que precisa ir trabalhar ou buscar um filho já adulto, bater de frente com a realidade (“isso é impossível, você já está aposentado”) pode piorar. Em vez disso, valide o sentimento e redirecione: “Eu sei que isso é importante para você. Vamos sentar um pouco, daqui a pouco a gente vê isso juntos?”

Como prevenir ou reduzir os episódios ao longo do dia?

Aqui entra o planejamento da rotina, que costuma fazer muita diferença.

Estratégias ao longo do dia

  • Rotina previsível: manter horários parecidos para acordar, comer, tomar remédios e dormir.
  • Luz natural: abrir janelas e, se for seguro, levar o idoso para uma área externa pela manhã ajuda a regular o relógio biológico.
  • Atividades leves pela manhã: caminhadas curtas, alongamentos simples, atividades cognitivas leves (jogos simples, quebra-cabeças, leitura).
  • Evitar cochilos longos à tarde: principalmente perto do horário de dormir.
  • Cuidado com cafeína e álcool no fim do dia: salvo orientação médica específica.

Checklist “antes do entardecer”

Por volta das 16h ou 17h, vale perguntar:
  • O idoso fez uma refeição adequada nas últimas horas?
  • Ele está hidratado (água, suco, chá, conforme orientação)?
  • Está confortável? Foi ao banheiro, não está com roupas apertadas ou incômodas?
  • O ambiente está iluminado e minimamente organizado?
  • A TV não está em canal com notícias violentas ou muito barulho?
  • Você, cuidador, conseguiu respirar fundo e se preparar emocionalmente para esse horário?
Pequenas mudanças consistentes geram mais impacto do que grandes atitudes isoladas.

Quando falar com o médico sobre a síndrome do pôr do sol?

É importante levar esse tema para a consulta com o geriatra, neurologista ou médico de referência, especialmente se:
  • Os episódios estão cada vez mais intensos ou frequentes;
  • Há risco de queda, agressividade importante ou tentativas de sair de casa;
  • O cuidador está muito cansado, dormindo pouco e sem rede de apoio.
O profissional de saúde pode:
  • Avaliar medicações que pioram ou melhoram o quadro;
  • Investigar doenças associadas (infecção, dor, depressão, distúrbios do sono);
  • Orientar higiene do sono e, em alguns casos, considerar o uso de remédios específicos.
Nunca ajuste medicações por conta própria. Qualquer mudança deve ser feita em conjunto com o médico que acompanha o idoso.

E o cuidador, como fica no meio de tudo isso?

Aqui vai uma verdade dura, mas necessária: ninguém consegue cuidar bem de outra pessoa 24 horas por dia sem cuidar de si mesmo também. Alguns pontos importantes:
  • Divida tarefas entre familiares sempre que possível.
  • Negocie pequenas pausas ao longo da semana (nem que sejam 30 minutos para caminhar, tomar um café, respirar).
  • Busque grupos de apoio a cuidadores, presenciais ou online; ouvir histórias parecidas faz diferença.
  • Se você perceber sinais de depressão, ansiedade ou exaustão em você mesmo, converse com um profissional de saúde mental.
A Human Life acredita que cuidar bem de um idoso com demência começa por apoiar também quem cuida. Compartilhe este conteúdo com outros familiares, salve para consultar depois e, sempre que precisar, busque ajuda profissional.

Perguntas frequentes sobre síndrome do pôr do sol

A síndrome do pôr do sol é uma doença diferente da demência?

Não. A síndrome do pôr do sol não é uma doença separada, e sim um conjunto de sintomas (confusão, agitação, irritabilidade) que aparecem no fim do dia em pessoas que já têm demência, como Alzheimer. Ela faz parte dos sintomas comportamentais da doença.

A síndrome do pôr do sol tem cura?

Não existe uma cura específica, mas os sintomas podem ser bastante reduzidos com rotina estruturada, ambiente adequado, bom controle de outras doenças e, quando necessário, ajustes de medicação feitos pelo médico.

Todo idoso com Alzheimer vai ter síndrome do pôr do sol?

Não. Uma parte das pessoas com Alzheimer apresenta esse fenômeno, mas não é regra para todos. Alguns idosos quase não apresentam piora no fim da tarde, enquanto outros têm episódios diários e intensos.

É normal o idoso ficar agressivo à noite?

No contexto de demência, comportamentos agressivos à noite podem estar relacionados à síndrome do pôr do sol, mas não devem ser simplesmente “normalizados”. É preciso investigar dor, infecções, frustrações, ambiente confuso e rever medicações com o médico.

Luz noturna ou abajur ajudam na síndrome do pôr do sol?

Na maioria dos casos, sim. Um ambiente bem iluminado, sem sombras fortes, costuma deixar o idoso mais seguro e menos confuso. Abajures e luzes indiretas em corredores, banheiros e quartos são aliados importantes.

Nota importante

Este conteúdo é informativo e voltado principalmente para familiares e cuidadores de idosos no Brasil. Ele não substitui avaliação médica. Diante de qualquer piora súbita, sintomas intensos ou dúvida, procure um profissional de saúde ou um serviço de urgência. Sobre a Human Life A Human Life oferece informação e apoio para famílias que convivem com o envelhecimento e com doenças crônicas. Nosso compromisso é incentivar um cuidado mais humano, seguro e respeitoso com o idoso – e com quem cuida dele.

Fontes em inglês (internacionais)

  1. Cleveland Clinic – “Sundown Syndrome: Causes, Treatment & Symptoms” Cleveland Clinic
    https://my.clevelandclinic.org/health/articles/22840-sundown-syndrome

  2. Alzheimer’s Association – “Sleep issues and sundowning” Alzheimer’s Association+2eastonad.ucla.edu+2
    https://www.alz.org/help-support/caregiving/stages-behaviors/sleep-issues-sundowning

  3. National Institute on Aging (NIA/NIH) – “Coping With Agitation, Aggression, and Sundowning in Alzheimer’s Disease” National Institute on Aging+1
    https://www.nia.nih.gov/health/alzheimers-changes-behavior-and-communication/coping-agitation-aggression-and-sundowning
    Ficha resumida bilingue (inglês/espanhol):
    https://order.nia.nih.gov/publication/tips-for-managing-agitation-aggression-and-sundowning

  4. Mayo Clinic – “Alzheimer’s: Managing sleep problems” Mayo Clinic
    https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/alzheimers-disease/in-depth/alzheimers/art-20047832

  5. Alzheimer’s Association – Página Brasil (informações gerais sobre demência e suporte) Alzheimer’s Association
    https://www.alz.org/br/dementia-alzheimers-en.asp

  6. Trualta – “What Is Sundowning? Understanding its impact on dementia patients” (para dados sobre frequência ~20%) trualta.com
    https://www.trualta.com/resources/blog/what-is-sundowning-understanding-its-impact-on-dementia-patients/

  7. Arbor Company – “Understanding Sundown Syndrome for Seniors with Dementia” arborcompany.com
    https://www.arborcompany.com/blog/understanding-sundown-syndrome-for-seniors-with-dementia

Fontes em português (Brasil / Portugal)

  1. Tua Saúde – “Síndrome do pôr do sol: o que é, sintomas, causas e como tratar” Tua Saúde
    https://www.tuasaude.com/sindrome-do-por-do-sol/

  2. Revista Saúde (Editora Abril) – “Síndrome do Pôr do Sol: entenda o que é e como lidar” Veja Saúde
    https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/sindrome-do-por-do-sol-entenda-o-que-e-e-como-lidar/

  3. Especialidades Médicas – “Entenda a Síndrome do Pôr do Sol” especialidadesmedicas.med.br
    https://especialidadesmedicas.med.br/entenda-a-sindrome-do-por-do-sol/

  4. IPq – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (USP) – Nota “Síndrome do pôr do sol: confusão mental pode afetar pessoas com demência” ipqhc.org.br
    https://ipqhc.org.br/2021/04/02/sindrome-do-por-do-sol-confusao-mental-pode-afetar-pessoas-com-demencia/

  5. Revisão em português – “Síndrome do pôr do sol em idosos com demência: revisão” (PDF – FCM/UNICAMP) fcm.unicamp.br
    https://www.fcm.unicamp.br/comau/sites/default/files/2022-08/S%C3%8DNDROME%20DO%20P%C3%94R%20DO%20SOL%20EM%20IDOSOS%20COM%20DEM%C3%8ANCIA.pdf

Fontes sobre grupos de apoio e sobrecarga do cuidador

  1. SciELO – “Support groups for caregivers of patients with dementia” SciELO
    https://www.scielo.br/j/dn/a/MmmRJT8zp7jnwtxwSC5bBDt/

  2. GG Aging – “The burden of caregivers for elderly relatives with dementia” ggaging.com
    https://ggaging.com/details/216

  3. Novais et al. – “A Brazilian support group for Alzheimer’s disease during the COVID-19 pandemic” (PMC) PMC
    https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9011583/

  4. Novais et al. – SING, SING IAB PROJECT – Family caregivers online support group (Alzheimer’s Association journals – resumo) alz-journals.onlinelibrary.wiley.com
    https://alz-journals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/alz.066309

Última atualização: 04 de dezembro de 2025.
A síndrome do pôr do sol não é teimosia nem “manha”: é um sintoma da demência. Quando a família entende isso, nasce espaço para mais acolhimento e menos culpa.

Entender a síndrome do pôr do sol é o primeiro passo para deixar de ver “problema de comportamento” e enxergar o que realmente é: um sinal da doença que pode ser manejado com estratégias simples no dia a dia.

Citacao: Equipe Human Life

Fonte:
<h2 data-start="441" data-end="477">Fontes em inglês (internacionais)</h2>
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<li data-start="479" data-end="668">
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</li>
<li data-start="1966" data-end="2183">
<p data-start="1969" data-end="2183"><strong data-start="1969" data-end="2047">Arbor Company – “Understanding Sundown Syndrome for Seniors with Dementia”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.arborcompany.com/blog/understanding-sundown-syndrome-for-seniors-with-dementia?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">arborcompany.com</span></span></span></a></span></span><br data-start="2085" data-end="2088" /><a class="decorated-link" href="https://www.arborcompany.com/blog/understanding-sundown-syndrome-for-seniors-with-dementia?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="2091" data-end="2183">https://www.arborcompany.com/blog/understanding-sundown-syndrome-for-seniors-with-dementia</a></p>
</li>
</ol>

<hr data-start="2185" data-end="2188" />

<h2 data-start="2190" data-end="2232">Fontes em português (Brasil / Portugal)</h2>
<ol data-start="2234" data-end="3438">
<li data-start="2234" data-end="2412">
<p data-start="2237" data-end="2412"><strong data-start="2237" data-end="2318">Tua Saúde – “Síndrome do pôr do sol: o que é, sintomas, causas e como tratar”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.tuasaude.com/sindrome-do-por-do-sol/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">Tua Saúde</span></span></span></a></span></span><br data-start="2356" data-end="2359" /><a class="decorated-link" href="https://www.tuasaude.com/sindrome-do-por-do-sol/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="2362" data-end="2412">https://www.tuasaude.com/sindrome-do-por-do-sol/</a></p>
</li>
<li data-start="2414" data-end="2653">
<p data-start="2417" data-end="2653"><strong data-start="2417" data-end="2507">Revista Saúde (Editora Abril) – “Síndrome do Pôr do Sol: entenda o que é e como lidar”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/sindrome-do-por-do-sol-entenda-o-que-e-e-como-lidar/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">Veja Saúde</span></span></span></a></span></span><br data-start="2545" data-end="2548" /><a class="decorated-link" href="https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/sindrome-do-por-do-sol-entenda-o-que-e-e-como-lidar/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="2551" data-end="2653">https://saude.abril.com.br/coluna/com-a-palavra/sindrome-do-por-do-sol-entenda-o-que-e-e-como-lidar/</a></p>
</li>
<li data-start="2655" data-end="2837">
<p data-start="2658" data-end="2837"><strong data-start="2658" data-end="2721">Especialidades Médicas – “Entenda a Síndrome do Pôr do Sol”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://especialidadesmedicas.med.br/entenda-a-sindrome-do-por-do-sol/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">especialidadesmedicas.med.br</span></span></span></a></span></span><br data-start="2759" data-end="2762" /><a class="decorated-link" href="https://especialidadesmedicas.med.br/entenda-a-sindrome-do-por-do-sol/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="2765" data-end="2837">https://especialidadesmedicas.med.br/entenda-a-sindrome-do-por-do-sol/</a></p>
</li>
<li data-start="2839" data-end="3141">
<p data-start="2842" data-end="3141"><strong data-start="2842" data-end="2989">IPq – Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (USP) – Nota “Síndrome do pôr do sol: confusão mental pode afetar pessoas com demência”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://ipqhc.org.br/2021/04/02/sindrome-do-por-do-sol-confusao-mental-pode-afetar-pessoas-com-demencia/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">ipqhc.org.br</span></span></span></a></span></span><br data-start="3029" data-end="3032" /><a class="decorated-link" href="https://ipqhc.org.br/2021/04/02/sindrome-do-por-do-sol-confusao-mental-pode-afetar-pessoas-com-demencia/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="3035" data-end="3141">https://ipqhc.org.br/2021/04/02/sindrome-do-por-do-sol-confusao-mental-pode-afetar-pessoas-com-demencia/</a></p>
</li>
<li data-start="3143" data-end="3438">
<p data-start="3146" data-end="3438"><strong data-start="3146" data-end="3249">Revisão em português – “Síndrome do pôr do sol em idosos com demência: revisão” (PDF – FCM/UNICAMP)</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.fcm.unicamp.br/comau/sites/default/files/2022-08/S%C3%8DNDROME%20DO%20P%C3%94R%20DO%20SOL%20EM%20IDOSOS%20COM%20DEM%C3%8ANCIA.pdf?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">fcm.unicamp.br</span></span></span></a></span></span><br data-start="3289" data-end="3292" /><a class="decorated-link" href="https://www.fcm.unicamp.br/comau/sites/default/files/2022-08/S%C3%8DNDROME%20DO%20P%C3%94R%20DO%20SOL%20EM%20IDOSOS%20COM%20DEM%C3%8ANCIA.pdf?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="3295" data-end="3438">https://www.fcm.unicamp.br/comau/sites/default/files/2022-08/S%C3%8DNDROME%20DO%20P%C3%94R%20DO%20SOL%20EM%20IDOSOS%20COM%20DEM%C3%8ANCIA.pdf</a></p>
</li>
</ol>

<hr data-start="3440" data-end="3443" />

<h2 data-start="3445" data-end="3501">Fontes sobre grupos de apoio e sobrecarga do cuidador</h2>
<ol data-start="3503" data-end="4297">
<li data-start="3503" data-end="3677">
<p data-start="3506" data-end="3677"><strong data-start="3506" data-end="3576">SciELO – “Support groups for caregivers of patients with dementia”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://www.scielo.br/j/dn/a/MmmRJT8zp7jnwtxwSC5bBDt/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">SciELO</span></span></span></a></span></span><br data-start="3616" data-end="3619" /><a class="decorated-link" href="https://www.scielo.br/j/dn/a/MmmRJT8zp7jnwtxwSC5bBDt/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="3622" data-end="3677">https://www.scielo.br/j/dn/a/MmmRJT8zp7jnwtxwSC5bBDt/</a></p>
</li>
<li data-start="3679" data-end="3838">
<p data-start="3682" data-end="3838"><strong data-start="3682" data-end="3759">GG Aging – “The burden of caregivers for elderly relatives with dementia”</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://ggaging.com/details/216?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">ggaging.com</span></span></span></a></span></span><br data-start="3799" data-end="3802" /><a class="decorated-link" href="https://ggaging.com/details/216?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="3805" data-end="3838">https://ggaging.com/details/216</a></p>
</li>
<li data-start="3840" data-end="4046">
<p data-start="3843" data-end="4046"><strong data-start="3843" data-end="3943">Novais et al. – “A Brazilian support group for Alzheimer’s disease during the COVID-19 pandemic”</strong> (PMC) <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9011583/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">PMC</span></span></span></a></span></span><br data-start="3989" data-end="3992" /><a class="decorated-link" href="https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9011583/?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="3995" data-end="4046">https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC9011583/</a></p>
</li>
<li data-start="4048" data-end="4297">
<p data-start="4051" data-end="4297"><strong data-start="4051" data-end="4178">Novais et al. – SING, SING IAB PROJECT – Family caregivers online support group (Alzheimer’s Association journals – resumo)</strong> <span class="" data-state="closed"><span class="ms-1 inline-flex max-w-full items-center relative top-[-0.094rem] animate-[show_150ms_ease-in]" data-testid="webpage-citation-pill"><a class="flex h-4.5 overflow-hidden rounded-xl px-2 text-[9px] font-medium transition-colors duration-150 ease-in-out text-token-text-secondary! bg-[#F4F4F4]! dark:bg-[#303030]!" href="https://alz-journals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/alz.066309?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener"><span class="relative start-0 bottom-0 flex h-full w-full items-center"><span class="flex h-4 w-full items-center justify-between overflow-hidden"><span class="max-w-[15ch] grow truncate overflow-hidden text-center">alz-journals.onlinelibrary.wiley.com</span></span></span></a></span></span><br data-start="4218" data-end="4221" /><a class="decorated-link" href="https://alz-journals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/alz.066309?utm_source=chatgpt.com" target="_new" rel="noopener" data-start="4224" data-end="4297">https://alz-journals.onlinelibrary.wiley.com/doi/abs/10.1002/alz.066309</a></p>
</li>
</ol>

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